Pessoal, olha só: muitas pessoas já sabem há muito tempo aquilo que devem fazer para aprimorar a sua vida, para elevar o nível de suas almas, até mesmo sua situação econômica, mas não o fazem porque são demasiadamente perfeccionistas.
No entanto, enquanto você não se livrar disto (trata-se de uma coisa que fica dentro de você), mesmo quando pensar que as condições necessárias para o sucesso do seu empreendimento estão presentes, ele não se materializará, pois a efetividade e a altura à qual você vai conseguir se elevar depende substancialmente de um único ponto importante: do quanto você é capaz de humilhar a si mesmo.
O Senhor Jesus Cristo disse que aquele que se humilhar será exaltado; aquele que a si mesmo se exaltar será humilhado.
Na última crônica recomendei que algumas pessoas iniciassem a leitura dos clássicos da grande literatura. Mas sabe por que muitos nunca o farão? Porque dizem: “Eu não entendo nada”. Eu não aguento! A ignorância, o tédio… mas trata-se do preço que deve ser pago para que você domine esta nova arte, que tem um preço de entrada: é necessário se expor, sentir um pouquinho de dor.
Imagine que você acabou de entrar para a academia. Pode ser que esteja gigantescamente gordo ou ridiculamente magro, que diga para si mesmo: “Não vou fazer o exercício do supino, porque só consigo levantar 5 kg”. Pois faça com 5 kg mesmo, abstraindo o fato de que o conjunto de bodybuilders e gostosas acharão isso ridículo… a atitude corajosa de fazer esse exercício terá sido muito mais importante para o seu sucesso do que os supinos que você fizer levantando 50 kg, quando já for um monstro: é a disposição de se humilhar que faz milagres.
Faça, cala a boca e confie. Antes de ressuscitar, morra em primeiro lugar.
Quando eu ainda era um estudante de Engenharia Mecânica, na Faculdade de Ilha Solteira, nós éramos obrigados a dominar conceitos extremamente complexos. Me recordo, por exemplo, que durante uma aula de álgebra linear, em algum momento a coisa ficou meio constrangedora, pois eu fazia todas as perguntas ali. Era como se todos estivessem entendendo tudo perfeitamente, que eu fosse o único aluno a não conseguir ligar lé com cré: começaram inclusive a ficar bravos comigo por causa da série infindável de indagações.
Parênteses: acredito que álgebra linear, cálculo diferencial e integral etc. deviam vir depois das específicas ou ao mesmo tempo, porque, quando você não compreende as aplicações reais desses instrumentos matemáticos, fica complicado apreendê-los. Fecha parênteses.
Depois da aula, perguntei aos meus colegas se eles estavam conseguindo dominar o conteúdo, e o que me disseram foi surpreendente: eles também não tinham entendido porra nenhuma. Só não perguntavam para o professor porque o medo de parecer ridículo, de parecer louco, era muito maior do que o desejo de aprender.
A estrutura ontológica do verdadeiro eu
Então olha só: não se apegue à sua imagem, tal como ela é, no instante presente. Durante a sua vida você vai colecionar uma série delas, mas nenhuma corresponde especificamente a quem você é de fato. Essa representação — quem você é — só estará limpidamente clara no dia da sua morte, quando, como ensinava o professor Olavo de Carvalho, você tiver a posse de todos os seus momentos ao mesmo tempo, de modo a tomar consciência da forma que eles possuem quando estão combinados: é apenas nesse instante que ficará evidente o quão bonito ou feio você é de fato.
As criaturas do inferno terão uma aparência monstruosa porque o seu corpo será uma imagem da alma esculpida pelos indivíduos que tiverem ido pra lá, por mais lindas que elas possam ter sido durante a vida. Mesma lógica aplicando-se àquelas que forem para o céu, mas no sentido inverso.
No entanto, enquanto você não se livrar disto (trata-se de uma coisa que fica dentro de você), mesmo quando pensar que as condições necessárias para o sucesso do seu empreendimento estão presentes, ele não se materializará, pois a efetividade e a altura à qual você vai conseguir se elevar depende substancialmente de um único ponto importante: do quanto você é capaz de humilhar a si mesmo.
O Senhor Jesus Cristo disse que aquele que se humilhar será exaltado; aquele que a si mesmo se exaltar será humilhado.
Na última crônica recomendei que algumas pessoas iniciassem a leitura dos clássicos da grande literatura. Mas sabe por que muitos nunca o farão? Porque dizem: “Eu não entendo nada”. Eu não aguento! A ignorância, o tédio… mas trata-se do preço que deve ser pago para que você domine esta nova arte, que tem um preço de entrada: é necessário se expor, sentir um pouquinho de dor.
Imagine que você acabou de entrar para a academia. Pode ser que esteja gigantescamente gordo ou ridiculamente magro, que diga para si mesmo: “Não vou fazer o exercício do supino, porque só consigo levantar 5 kg”. Pois faça com 5 kg mesmo, abstraindo o fato de que o conjunto de bodybuilders e gostosas acharão isso ridículo… a atitude corajosa de fazer esse exercício terá sido muito mais importante para o seu sucesso do que os supinos que você fizer levantando 50 kg, quando já for um monstro: é a disposição de se humilhar que faz milagres.
Faça, cala a boca e confie. Antes de ressuscitar, morra em primeiro lugar.
Quando eu ainda era um estudante de Engenharia Mecânica, na Faculdade de Ilha Solteira, nós éramos obrigados a dominar conceitos extremamente complexos. Me recordo, por exemplo, que durante uma aula de álgebra linear, em algum momento a coisa ficou meio constrangedora, pois eu fazia todas as perguntas ali. Era como se todos estivessem entendendo tudo perfeitamente, que eu fosse o único aluno a não conseguir ligar lé com cré: começaram inclusive a ficar bravos comigo por causa da série infindável de indagações.
Parênteses: acredito que álgebra linear, cálculo diferencial e integral etc. deviam vir depois das específicas ou ao mesmo tempo, porque, quando você não compreende as aplicações reais desses instrumentos matemáticos, fica complicado apreendê-los. Fecha parênteses.
Depois da aula, perguntei aos meus colegas se eles estavam conseguindo dominar o conteúdo, e o que me disseram foi surpreendente: eles também não tinham entendido porra nenhuma. Só não perguntavam para o professor porque o medo de parecer ridículo, de parecer louco, era muito maior do que o desejo de aprender.
A estrutura ontológica do verdadeiro eu
Então olha só: não se apegue à sua imagem, tal como ela é, no instante presente. Durante a sua vida você vai colecionar uma série delas, mas nenhuma corresponde especificamente a quem você é de fato. Essa representação — quem você é — só estará limpidamente clara no dia da sua morte, quando, como ensinava o professor Olavo de Carvalho, você tiver a posse de todos os seus momentos ao mesmo tempo, de modo a tomar consciência da forma que eles possuem quando estão combinados: é apenas nesse instante que ficará evidente o quão bonito ou feio você é de fato.
As criaturas do inferno terão uma aparência monstruosa porque o seu corpo será uma imagem da alma esculpida pelos indivíduos que tiverem ido pra lá, por mais lindas que elas possam ter sido durante a vida. Mesma lógica aplicando-se àquelas que forem para o céu, mas no sentido inverso.
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